quinta-feira, 21 de abril de 2011

Novos caminhos...




Chega um momento na vida em que temos que tomar uma posição.

Temos que deixar de ocupar um lugar parado, monótono e dar um novo rumo a situações que não tem soluções.

Mudar do cativeiro da solidão para o da alegria, da felicidade.

Pintar um novo caminho onde só havia pedras e entulhos.

Sorrir pra algo novo.

Descobrir e caminhar por novos caminhos.

Viver... Nada mais que viver e sorrir pra novas oportunidades que a vida nos oferece.


Texto: Polly Dias***

Imagem: internet (Google imagens gratuitas)

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mulheres...


Desde o princípio sempre fomos consideradas o sexo frágil. Mas, com o tempo estamos cada vez mais conquistando o nosso espaço na sociedade e no mundo, até então dominado pelos homens.

Uma das nossas conquistas foi o direito ao voto, o qual mostrou que também somos capazes de escolher nossos governantes.

E não só somos capazes como, hoje, nosso país é comandado por uma mulher. E ainda a quem diga que somos o sexo frágil. Será que não é o contrário?

Nossa força interior é capaz de causar inveja a qualquer homem, pois a guardamos pra usar na hora certa e é aí que surpreendemos. Não ficamos por aí gritando aos quatro ventos que somos capazes disso ou daquilo...

Nós mulheres somos assim. Tiramos força de sentimentos os quais muitos abandonariam. Um exemplo: O parto de um filho, mesmo em dor tremenda a mulher jamais recua, pois sabe que a partir daquela hora sua força é algo que muda uma história e que só depende dela.

Temos a capacidade de olhar nos olhos do homem amado e dizer que perdoamos um deslize e também que não o amamos mais, o que nos causa uma dor tremenda. E muitas vezes fazemos isso em favor do amor próprio.

Podemos sofrer e chorar por horas e quando já estamos cansadas de tanto chorar temos um belo recurso. A maquiagem. Ahhh, maquiagem que cobre tantos olhos inchados de chorar e dá luz a sorrisos tristes.

Recuamos pra nos fortalecer; ficamos em silêncio pra ouvir o que muitos não conseguem ouvir nem aos gritos; forrimos quando se espera de nós o desespero; futamos por nossos ideais mesmo quando somos desencorajadas; e alcançamos nossos ideais com elegância e delicadeza.

Somos filhas, amigas, tias, namoradas, amantes, esposas, mães, avós, todas com o mesmo intuito, ser feliz e fazer quem nos rodeia feliz.

Assim somos nós mulheres. Delicadas e sensíveis, mas capazes de dominar um mundo.

Feliz Dia da Mulher!!


Texto: Polly Dias***

Imagens: Internet


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Um CD... Uma Recordação...

Ao revirar alguns Cd’s hoje eu encontrei um que não ouvia a tempo.

Estava na net de bobeira e resolvi ouvi-lo.

Nossa!!! Bastou começar a tocar a primeira música pra minha memória começar uma viagem ao passado.

Quantas recordações... Quantas lembranças... E uma saudade que jamais poderá ser suprida.

As músicas contidas neste Cd fizeram parte de uma fase maravilhosa da minha vida. Recordo-me que eu cantava e cantava a mesma canção várias vezes, sem me cansar e com o mesmo intuito: Viver a felicidade daquele momento.

Na viagem da minha memória pude ver o quanto é importante as marcas que carregamos conosco e as que deixamos com aqueles com quem convivemos por pouco ou por longos anos.

É uma responsabilidade que não imaginamos que temos que ter.

Como é bom lembrar-se daquela pessoa que fez o coração saltar em alegria; daquela pessoa que com um sorriso mudou todo o dia... Como é bom lembrar coisas boas. Só que nem sempre as marcas que ficam ou as que deixamos são de amor, de alegria.

Muitas vezes carregamos e ou deixamos marcas de desamor, desprezo, solidão...

Hoje, ao recordar daquele ano distante, eu pude ver que carrego marcas de alegria daquela época. Engraçado que pude ouvir os sons, retornei a lugares esquecidos em minha mente.

Se hoje sinto isso é porque naquele momento as pessoas que me rodeavam deixaram em mim marcas de alegria, felicidade, marcas de amor, as quais ao me recordar não me fazem sentir angustia ou dor e sim uma sensação de alegria e uma inevitável vontade de voltar no tempo.

Ahh, eu seria leviana se não assumisse que senti sim vontade de voltar naqueles meados de 2005.

Mas, como não é possível e não tenho comigo uma poção mágica eu fico hoje com as boas recordações e com uma certeza: Devemos sim, deixar no outro o melhor de nós, para que em suas vagas lembranças possam lembrar com carinho e saudade de momentos que não voltam mais.

Texto: Polly Dias***

Revisado por: Rosanna Versiani

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Hoje vou postar um texto que não é de minha autoria.
O texto fala sobre o silêncio. Silêncio esse que nos últimos dias tenho vivido e aprendido muito com ele.


A Voz Do Silêncio -


Pior do que a voz que cala,
é um silêncio que fala.

Simples, rápido! E quanta força!

Imediatamente me veio à cabeça situações
em que o silêncio me disse verdades terríveis,
pois você sabe, o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo. Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.

Silêncios que falam sobre desinteresse,
esquecimento, recusas.

Quantas coisas são ditas na quietude,
depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo,
nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.

Só ele permanece imutável,
o silêncio, a ante-sala do fim.

É mil vezes preferível uma voz que diga coisas
que a gente não quer ouvir,
pois ao menos as palavras que são ditas
indicam uma tentativa de entendimento.

Cordas vocais em funcionamento
articulam argumentos,
expõem suas queixas, jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos
que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.

Quantas vezes, numa discussão histérica,
ouvimos um dos dois gritar:
"Diz alguma coisa, mas não fica
aí parado me olhando!"

É o silêncio de um, mandando más notícias
para o desespero do outro.

É claro que há muitas situações
em que o silêncio é bem-vindo.
Para um cara que trabalha
com uma britadeira na rua,
o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche,
o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock,
o silêncio é um sonho.

Mesmo no amor,
quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda,
pois é o silêncio da paz.

O único silêncio que perturba,
é aquele que fala.

E fala alto.

É quando ninguém bate à nossa porta,
não há emails na caixa de entrada
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim, você entende a mensagem

***Martha Medeiros

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Algumas frases que gosto muito

**O que os outros acham de mim muito pouco me importa [a não ser que sejam pessoas que me amam], porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito.
{Fábio de Melo}



**
As pessoas
precisam AMAR mais,
ajudar mais e julgar menos...


**
Como você decide viver a vida é o que faz
diferença nos momentos em que passar por provações.


**Saiba discernir o momento de ouvir do momento de falar. Não aumente a dor de quem está ferido.



**NÃO SÃO NOSSOS TALENTOS QUE MOSTRAM AQUILO QUE REALMENTE SOMOS, MAS SIM AS NOSSAS ESCOLHAS.



quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Olá pessoal...

Estava sumida do meu cantinho, mas nem por isso deixei de ler textos interessantes e de escrever tbm.
Em um dos emails que recebi, esse me chamou muito a atenção.
Espero que vcs tbm gostem.
Bjossss
Polly Dias***



A MASSACRANTE FELICIDADE dos OUTROS



Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar um certo queixume sem razões muito claras.

Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: ‘Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento’ .

Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados pra consumo externo.

‘Todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores, social e filosoficamente corretos. Parece que ninguém, nenhum deles, nunca levou porrada. Parece que todos têm sido campeões em tudo’.

Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem.

Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores?

Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Será bom só sair de casa com alguém todo tempo na sua cola a título de segurança? Estarão mesmo todas essas pessoas realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está em casa, lendo, desenhando, ouvindo música, vendo seu time jogar, escrevendo, tomando seu uisquinho?

Tenha certeza que as melhores festas acontecem sempre dentro do nosso próprio apartamento.

Martha Medeiros

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O grau de satisfação com a vida que se leva depende de saber o que se quer da vida.

Simples assim!

Se você sonhou em ser um executivo bem-sucedido e se dedica verdadeiramente à carreira, não reclame de não ter tempo para a família, os amigos e o lazer.

Se seu objetivo foi se casar e ter uma família, a falta de liberdade da vida de solteiro faz parte desse contexto.

Se você fez a opção de manter a sua liberdade a qualquer preço, é bem provável que se sinta solitário e meio sem razão de ser em algumas noites.

Mas, se for uma pessoa consciente, saberá que esse é o preço que você paga para ter o que quer.


**Desconheço autoria. (Retirado de um Jornal da cidade)